Eleições 2026 · Partido Novo

Luiz
Camargo

Candidato a Deputado Federal

por São Paulo

3040
NovoDigite 3040 na urna
para deputado federal

Menos dinheiro concentrado em Brasília. Mais recursos onde o cidadão mora.

Luiz Camargo, candidato a deputado federal por São Paulo

O que eu defendo

Sete bandeiras,
nenhuma vaga

Compromissos claros, escritos antes da eleição — para que o eleitor possa cobrar depois dela.

Transparência eleitoral

Voto impresso auditável

Retomada da tramitação da PEC do voto impresso, com registro físico conferido pelo eleitor e passível de recontagem.

Segurança pública

Redução da maioridade penal

Diminuição da maioridade penal, para que autores de crimes graves respondam de forma proporcional ao que praticaram.

Ambiente de negócios

Menos burocracia para empreender

  • Aprovação automática de alvarás para atividades de baixo risco.
  • Prazo máximo de resposta dos órgãos estaduais em processos de licenciamento.
  • Revisão periódica de normas estaduais para eliminar regulamentações obsoletas.
Dinheiro público

Corte de gastos e combate a privilégios

  • Auditoria permanente de cargos comissionados.
  • Divulgação dos gastos públicos em linguagem acessível.
  • Redução gradual de estruturas administrativas redundantes.
Família e liberdade

Barrar projetos que ampliem o Estado e atentem contra a família e os valores cristãos

Trabalharemos de forma firme para impedir o avanço de projetos que enfraqueçam a família, contrariem os valores cristãos ou ampliem de maneira excessiva a interferência do Estado na vida dos cidadãos.

Nosso compromisso será defender a liberdade, a responsabilidade individual, a família e os princípios que sustentam nossa sociedade, atuando contra propostas que aumentem a burocracia, restrinjam direitos ou concedam ainda mais poder ao Estado.

Equilíbrio entre os Poderes

Reforma constitucional do STF

Uma PEC para mudar a composição e o funcionamento do Supremo: apenas ministros vindos da magistratura de carreira, mandato único de dez anos no lugar do cargo vitalício e fim das decisões monocráticas em casos de mérito ou de grande repercussão institucional.

Ler a proposta completa
A proposta principal

Fortalecimento do pacto federativo

Inverter a pirâmide: hoje a União concentra os tributos mais produtivos, enquanto estados e municípios executam a maior parte dos serviços que o cidadão percebe diretamente. A proposta combina mais receita própria, mais autonomia legislativa e mais responsabilidade fiscal para estados e municípios.

Ler a proposta completa

Proposta central

Fortalecimento do
pacto federativo

Brasília deixa de ser o centro distribuidor de poder e passa a coordenar uma federação formada por estados e municípios financeiramente autônomos.

“O imposto pago em São Paulo deve servir primeiro ao cidadão de São Paulo — sem abandonar a solidariedade nacional.”

Atualmente, grande parte dos recursos arrecadados nos estados e municípios é enviada para Brasília. Depois, governadores e prefeitos precisam negociar com o governo federal para receber de volta uma parcela desse dinheiro. Esse modelo concentra poder nas mãos de quem distribui os recursos, e não de quem produz a riqueza e conhece de perto as necessidades da população.

Como deputado federal, vou trabalhar por uma reforma do Pacto Federativo que permita aos estados e municípios conservar uma parcela maior dos recursos arrecadados em seus territórios. O governo federal deve concentrar seus esforços nas atribuições verdadeiramente nacionais, como defesa, relações exteriores, política monetária, Polícia Federal e outras funções estratégicas. As decisões sobre saúde, educação, infraestrutura, segurança e serviços públicos devem ser tomadas, sempre que possível, mais perto do cidadão.

Essa mudança não significará abandonar os estados com menor capacidade de arrecadação. Defendo a manutenção de um fundo nacional de equilíbrio, baseado em critérios técnicos, transparentes e objetivos. A distribuição desses recursos não pode depender de negociações políticas, alianças partidárias ou da boa vontade do governo federal.

Quando o dinheiro e as decisões permanecem próximos da população, também fica mais fácil identificar responsabilidades. O cidadão precisa saber quem administra os recursos e de quem deve cobrar resultados. Hoje, a sobreposição de competências permite que prefeitos, governadores e o governo federal transfiram responsabilidades uns para os outros.

Fortalecer o Pacto Federativo não é simplesmente retirar recursos de Brasília. É devolver autonomia a quem produz a riqueza, conhece os problemas locais e vive diariamente as consequências das decisões públicas. O Brasil não precisa de um governo federal cada vez maior e mais distante. Precisa de estados e municípios mais fortes, responsáveis e próximos da população.

Mais recursos onde a riqueza é produzida
Mais decisões perto do cidadão
Menos dependência de Brasília

Princípio da subsidiariedade

Tudo o que puder ser resolvido pelo município fica no município; o que ultrapassar sua capacidade fica com o estado; e somente o que tiver caráter nacional fica com a União.

União

  • Defesa e Forças Armadas
  • Relações exteriores
  • Moeda, Banco Central e sistema financeiro
  • Previdência nacional
  • Infraestrutura interestadual
  • Crime interestadual e transnacional
  • Regulação nacional mínima
  • Redução das desigualdades regionais

Estados

  • Segurança pública
  • Sistema penitenciário
  • Ensino médio e técnico
  • Hospitais regionais
  • Infraestrutura estadual
  • Transporte intermunicipal
  • Desenvolvimento econômico
  • Parte da legislação ambiental, administrativa e tributária

Municípios

  • Atenção básica de saúde
  • Educação infantil e ensino fundamental
  • Urbanismo
  • Transporte urbano
  • Saneamento local
  • Zeladoria e fiscalização municipal

Para onde iria cada R$ 100 arrecadados

Modelo ilustrativo. Não significa aumentar ou reduzir a carga tributária — significa mudar quem arrecada, quem decide e quem presta contas.

Estados Municípios União (funções nacionais) Fundo de equalização regional

Como funciona hoje

  1. Cidadão
  2. →
  3. Brasília
  4. →
  5. Fundo
  6. →
  7. Ministério
  8. →
  9. Convênio
  10. →
  11. Estado
  12. →
  13. Município

Como passaria a funcionar

  1. Cidadão
  2. →
  3. Município e estado onde vive
  4. →
  5. Serviço público local

A proposta em sete medidas

Do princípio ao texto

01 Transferir parte do Imposto de Renda para os estados

Hoje o Imposto de Renda é de competência da União, ainda que parte da arrecadação seja repartida por fundos constitucionais. A reforma poderia determinar:

  • 50% do Imposto de Renda permanece com a União;
  • 35% vai diretamente ao estado onde a renda foi produzida;
  • 15% vai aos municípios daquele estado.

Os percentuais são ilustrativos. O essencial é que a transferência seja automática — sem convênio, emenda parlamentar ou autorização de ministério. São Paulo, por exemplo, passaria a ter participação direta maior no Imposto de Renda gerado por trabalhadores e empresas paulistas.

02 Estados definindo parte das próprias alíquotas

Os estados poderiam fixar um adicional estadual de Imposto de Renda, dentro de uma faixa nacional:

  • alíquota federal uniforme;
  • adicional estadual entre 0% e 5%;
  • cada estado decide a sua alíquota;
  • o cidadão vê com clareza quanto paga à União e quanto paga ao estado.

Um estado mais eficiente pode cobrar menos e atrair empresas, trabalhadores e investimentos. Um estado que queira oferecer mais serviços precisa explicar ao eleitor por que cobra mais. Isso aproxima o governante de quem paga a conta.

03 Substituir repasses políticos por transferências automáticas

Boa parte das transferências constitucionais já segue critérios legais — FPE, FPM e outras existem justamente para repartir receitas e reduzir desigualdades regionais. A reforma aprofundaria essa lógica:

  • reduzir convênios discricionários;
  • diminuir a dependência de ministros e emendas;
  • criar fórmulas públicas e automáticas;
  • proibir a retenção política de recursos;
  • divulgar mensalmente quanto cada ente arrecadou e recebeu.

O governador deixa de viajar a Brasília para pedir dinheiro que, em muitos casos, foi arrecadado no próprio estado.

04 Criar um Fundo Nacional de Equalização

Não seria viável simplesmente deixar todo tributo no estado de origem: estados menos desenvolvidos perderiam capacidade de financiar saúde, educação e segurança. Por isso, de 10% a 15% da arrecadação alimentaria um Fundo Nacional de Equalização, com critérios objetivos:

  • população;
  • renda por habitante;
  • capacidade de arrecadação própria;
  • extensão territorial;
  • indicadores de pobreza;
  • custo de prestação dos serviços;
  • desempenho fiscal e administrativo.

A transferência não seria recompensa pela má gestão: o fundo garante um piso de serviços públicos, mas preserva o incentivo para que cada estado desenvolva a própria economia.

05 Proibir a transferência de obrigações sem dinheiro

A União não poderá criar obrigação, programa ou piso salarial a ser pago pelos estados sem indicar e transferir a respectiva fonte de financiamento.

O problema é conhecido como imposição de encargos sem recursos. Se Brasília aprovar um novo piso nacional que aumente a folha dos estados, deverá: financiar o aumento, indicar uma nova receita estadual, ou permitir que o estado decida se adere ao programa.

06 Descentralizar competências, não apenas o dinheiro

Não adianta dar mais receita aos estados e manter todas as decisões em Brasília. A reforma ampliaria a autonomia estadual em:

  • organização das polícias;
  • carreira e remuneração do funcionalismo;
  • licenciamento ambiental de impacto regional;
  • educação técnica;
  • concessões de infraestrutura;
  • sistema penitenciário;
  • políticas regionais de desenvolvimento;
  • normas administrativas e econômicas locais.

Direitos fundamentais, legislação penal central e garantias constitucionais continuam nacionais: descentralizar demais a legislação penal, civil ou trabalhista criaria insegurança jurídica e desigualdade de direitos entre brasileiros.

07 Responsabilidade integral pelas escolhas

Mais poder estadual precisa vir com menos possibilidade de socorro federal. O estado que aumentar despesas permanentemente, conceder benefícios sem receita, endividar-se de forma irresponsável ou quebrar o próprio sistema previdenciário não poderia transferir a conta ao contribuinte nacional. Para isso:

  • limites rígidos de endividamento;
  • proibição de resgates federais recorrentes;
  • plano obrigatório de recuperação;
  • transparência em tempo real;
  • responsabilização dos governantes;
  • intervenção fiscal temporária em situações extremas.

Mais autonomia para governar, mas também mais responsabilidade pelo resultado.

+ E a reforma tributária já aprovada?

A Emenda Constitucional 132 criou o IBS — imposto sobre bens e serviços de competência compartilhada entre estados, Distrito Federal e municípios — além da CBS federal. O IBS substituirá gradualmente ICMS e ISS, com implementação até 2033. Uma reforma federativa hoje precisa lidar com essa nova estrutura, e há dois caminhos:

Alternativa moderada — politicamente mais viável. Manter o IBS, mas ampliar a autonomia dos estados sobre a sua parcela da alíquota, garantir que a receita seja creditada diretamente aos entes, restringir o poder central do comitê gestor, ampliar a participação estadual no Imposto de Renda e reduzir contribuições federais não compartilhadas.

Alternativa profunda — federação muito mais descentralizada. União cobra seu imposto nacional; estados cobram imposto estadual sobre consumo ou renda; municípios cobram tributos locais; regras nacionais evitam guerra fiscal predatória; arrecadação e alíquotas aparecem separadamente na nota fiscal. Exigiria revisão ampla da reforma tributária em curso.

O instrumento jurídico

Uma mudança dessa dimensão começa por uma Proposta de Emenda à Constituição, porque envolve competências tributárias, repartição de receitas e atribuições dos entes federativos. Pode ser apresentada por:

  • ao menos 1/3 dos deputados federais;
  • ao menos 1/3 dos senadores;
  • o presidente da República;
  • mais da metade das Assembleias Legislativas, cada uma por maioria relativa.

Para ser aprovada

  • 3/5 dos votos na Câmara;
  • votação em dois turnos;
  • 3/5 dos votos no Senado;
  • votação em dois turnos;
  • leis complementares para regulamentar fundos, alíquotas, transição e fiscalização.

A forma federativa de Estado é cláusula pétrea e não pode ser abolida. A distribuição de competências e receitas, porém, pode ser alterada — desde que preservadas a autonomia e a existência da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

Equilíbrio entre os Poderes

Reforma
constitucional do STF

O Supremo Tribunal Federal exerce uma função essencial na defesa da Constituição, mas nenhum poder da República deve funcionar sem limites, equilíbrio e mecanismos de responsabilidade.

Defendo uma Proposta de Emenda à Constituição para reformar as regras de composição e funcionamento do STF, fortalecendo sua independência, sua imparcialidade e seu caráter técnico.

Composição

Somente ministros de carreira

Apenas juízes concursados e integrantes da magistratura de carreira poderão ser indicados para o Supremo. O objetivo é reduzir a influência de interesses políticos nas nomeações e garantir que os ministros tenham experiência concreta na aplicação das leis, conhecimento jurídico comprovado e uma trajetória construída dentro do Poder Judiciário.

Mandato

Dez anos, sem recondução

Fim dos cargos vitalícios no STF. Os ministros terão mandato único de dez anos, sem possibilidade de recondução. A renovação periódica da Corte impede a concentração prolongada de poder e permite que diferentes gerações do Direito participem da interpretação da Constituição.

Decisões

Fim das decisões monocráticas

Nenhum ministro poderá, individualmente, suspender leis, anular decisões de outros Poderes ou determinar medidas com efeitos sobre todo o país. Casos de mérito ou de grande repercussão institucional deverão ser analisados e decididos pelo colegiado.

O Supremo precisa voltar a ser uma Corte constitucional, e não um poder político acima dos demais. Suas decisões devem respeitar o devido processo legal, a competência do Congresso Nacional e os limites estabelecidos pela Constituição.

Reformar o STF não significa enfraquecer o Poder Judiciário. Significa proteger sua credibilidade, impedir abusos e restaurar o equilíbrio entre os Poderes da República.

Ministros de carreira
Mandato de dez anos
Decisões colegiadas
Luiz Camargo

Quem é Luiz Camargo

De Itu para o
debate nacional

Luiz Camargo nasceu em 1981 em Itu, interior de São Paulo. Ainda pequeno, passou a se interessar por política por influência do pai, e por espiritualidade por influência da mãe. Em 2004, conheceu a fé cristã e se batizou em uma igreja protestante.

Formado em Comunicação Social e autodidata em Filosofia, trabalhou por mais de dez anos em agências de publicidade, como redator e produtor.

Em 2016, abriu o canal Luiz Camargo Vlog, no YouTube, para falar de filosofia e espiritualidade com propósito evangelístico. A situação política do país o levou a denunciar e combater diariamente o que estava acontecendo — e o canal, em pouco tempo, tornou-se para o público um meio de acesso à cosmovisão conservadora, alcançando milhões de visualizações ao longo dos anos.

  • 1981Nasce em Itu, interior de São Paulo
  • 2004Conhece a fé cristã e se batiza
  • 10+ anosRedator e produtor em agências de publicidade
  • 2016Cria o canal Luiz Camargo Vlog

Some-se à campanha

Campanha se faz
com gente

Entre no grupo de WhatsApp da campanha, acompanhe as agendas nas redes e compartilhe as propostas com quem vota em São Paulo.

Acompanhe nas redes

3040
Luiz Camargo · NovoDigite 3040 na urna para deputado federal e leve a proposta do pacto federativo para a Câmara.
Entrar no grupo